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Mostrando postagens de maio, 2026
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        Fim de jornada 6 x 1 pode  'descambar'  em inflação e recessão Medida  deve impor ‘tombo’ de 7,4% no PIB Aditya Bhatia - pexels  Marcello Sigwalt No ‘picadeiro involuntário’ montado no atual período pré-eleitoral, o apelo demagógico do fim da escala de trabalho 6 x 1 (a princípio, reduzida de 44 horas para 40 horas e, depois, para 36 horas) equivale à surrada prática política de ‘jogar para a plateia’ que, ao afinal, pagará, como sempre, a conta. Em um país que mantém alijados de qualquer direito um ‘exército’ de quase 7 milhões de indigentes patrícios, cheira a escárnio o oportunismo da medida, que deve redundar, muito antes do pleito de outubro próximo, em expansão do desemprego, repique inflacionário, quando não em brutal recessão.   Embora ainda sujeita a controvérsias, há certo consenso de que a iniciativa tem potencial de impor ao consumidor uma alta de preços variável entre 6,2% e 13%, em decorrência do aumento do c...
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  IPCA de 5% liga alerta de estagflação PIB empaca, inflação avança, enquanto serviços e indústria recuam                                                   adpergs.org.br Marcello Sigwalt Como já havia sido objeto de advertência, por diversas vezes, nesse espaço, à medida que se aproxima o alvo político prioritário do Planalto, o pleito presidencial, em outubro, mais cresce a ‘musculatura’ do ‘dragão inflacionário’. Esse cenário tenebroso, sobretudo para o cidadão-contribuinte-eleitor que ‘trabalha’, é consolidado pela última projeção do boletim Focus – consulta do Banco Central (BC) às 100 maiores instituições financeiras do país – que crava 5% para o IPCA este ano, superando, até mesmo, o teto da meta de inflação (4,5%) fixado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Completam esse quadro adverso dois outros fatores: o avanço, de 5,1% para 6,1...
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  Estabilização da dívida federal exigirá ajuste de R$ 500 bi Essa é a ‘conta’ do resgate da responsabilidade fiscal                                                 senado.leg.br Marcello Sigwalt Uma ‘montanha’ de dinheiro que beira R$ 500 bilhões. Essa é a estimativa do custo (aproximadamente 4% do PIB) da estabilização da dívida pública tupiniquim, aponta relatório do suíço UBS Global Wealth Management, assinado pela diretora de macroeconomia para o Brasil, Solange Srour. Partindo do pressuposto que tal meta volte a ser prioridade de governo, qualquer que seja ele, sua conquista só será atingida após sucessivas gerações de brazucas, mediante a produção em série de improváveis superávits fiscais. Àqueles que consideram que essa afirmação ‘peca pelo excesso’, basta afirmar que a mencionada dívida (que é de todos nós) cresceu estratosféricos 365% nos úl...
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  Zero política de longo prazo condena o país à desindustrialização Déficit de P&D, escassez de mão de obra qualificada e dependência tecnológica ‘conspiram’ para futuro ‘nanico’                                                                               Magnific  Marcello Sigwalt Verborragias eleitoreiras de programas federais supostamente sedutores, à parte, o fato incontestável é que o processo acelerado de desindustrialização nacional (ou sucateamento?) em curso deriva de raízes diversas. No cerne do problema, o atávico atraso tecnológico do setor, devido a um déficit crônico em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D); ambiente macroeconômico adverso (alto custo de capital); oferta de mão de obra qualificada quase inexistente (vide engenheiros, técnicos aptos a opera...
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  Enquanto a economia desacelera...o fluxo externo também Ingresso de capital estrangeiro despenca 88% na bolsa 'brasilis'                                                                          remessaonline Marcello Sigwalt Nem aqui, nem lá fora. A absurdamente alta taxa real de juros (vulga Selic) – hoje em 14,50% ao ano, ainda, a maior do planeta, é bom que se repita! – é inoperante, tanto para segurar a renitente inflação ‘inflada’ pelos igualmente excessivos e eleitoreiros gastos públicos, quanto pela persistente instabilidade decorrente do imprevisível conflito geopolítico no Oriente Médio. Como resultante desse combo de ‘improbabilidades’, da mesma forma que irriga o mercado de capitais, o capital estrangeiro – em sua maioria absoluta, hot money (especulativo, em português claro) – p...
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  Brasileiro prioriza renda, não emprego Avanço da desocupação flagela 6,6 milhões de cidadãos dm.com.br Marcello Sigwalt Não basta ter emprego, mas renda para sobreviver. A máxima é o principal recorte que se pode extrair da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta quinta-feira (14), pelo IBGE, que desfaz, em definitivo, o mito de que uma recolocação no mercado (em geral, informal) é o suficiente para garantir que o cidadão-contribuinte-eleitor chegue em outubro próximo em plenas condições de guindar, novamente, o atual mandatário para mais quatro anos no comando de Pindorama. Por enquanto, a única certeza tupiniquim é de que o cenário atual premia o pleno emprego do dinheiro público para fins escusos, como também eleitoreiros, haja vista que a desocupação subiu em 15 dos 26 estados da Federação, no primeiro trimestre deste ano (1T26), ante o anterior (4T25), informa o PNAD. Assim, o contingente de brasileiros desocupados superaria hoje a ...
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  Focus atesta ineficácia do aperto monetário ante à inflação Risco de recessão à vista, face ao avanço do IPCA para 2026 Mana5280 - Unsplash Marcello Sigwalt Com exceção do ‘conveniente’ fator escalada do preço do petróleo – em decorrência do conflito geopolítico no Oriente Médio – a nona alta seguida da previsão do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) para este ano (agora em 4,91%), divulgada nessa segunda-feira (11.5) pelo boletim Focus não deixa dúvidas: o pretexto do Banco Central (BC) de manter a Selic (juros básicos), hoje no patamar astronômico de 14,50% ao ano, maior taxa real do planeta, atesta a retumbante ineficácia de tal política monolítica e o mais grave, o risco de o país ingressar, sem prazo de término, em um período tenebroso de estagflação.  Como já projetado anteriormente nesse espaço, estagflação pode ser definida por um cenário econômico ‘raro e tóxico’, resultante da combinação de alta inflação, baixo crescimento econômico e alto desempreg...
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  Abismo entre ricos e pobres se abre ainda mais Renda dos primeiros é 14 vezes maior do que a dos segundos magnific Marcello Sigwalt Uma análise menos ‘rasteira’ do tema concentração de renda – do que aquela praticada pelo corriqueiro ‘jornalismo de registro’ – permite concluir, de imediato, que a persistência do aperto monetário, como instrumento monolítico de salvaguarda política ao desajuste fiscal (leia-se, despesas intencionalmente superiores às despesas) é o fator crucial para o aprofundamento da desigualdade econômica, em que os 10% mais ricos ganham 14 vezes mais que os 40% mais pobres da população. Ironia ou não, tal disparidade chega a 19,7 vezes em Brasília, sede do poder, seguida pelo Rio de Janeiro (16,4) e Rio Grande do Norte (16,3).    Este retrato vergonhoso do ‘apartheid socioeconômico’ de Pindorama está patente na divulgação, nessa sexta (8.5), da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) pelo IBGE, que monitora, a ...
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  Bitcoin bate US$ 80 mil, com viés de alta Distante da marca histórica de US$ 100 mil, ativo é sustentado por ETFs                                                      timesbrasil Marcello Sigwalt Um ano após bater, pela segunda vez na história (a primeira, em dezembro de 2024), a marca de US$ 100 mil, em maio do ano passado, o bitcoin se ‘sustenta’, por enquanto, na faixa de US$ 80 mil, mas com perspectiva de avanço incerta, tendo em vista o cenário macroeconômico global ‘limitador’ de preços. Contribui para esse movimento, em ‘marcha lenta’ de cotações, a baixa liquidez do ativo digital, reforçada pelo efeito sazonal do feriado chinês. De qualquer modo, especialistas entendem que a derradeira cotação sinaliza um ‘apetite de risco’ resiliente com potencial de valorização da criptomoeda. Hoje, o Brasil figura como o quinto maior mercado de ...
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  ‘Triplo choque’ ameaça futuro do Agro nacional Endividamento elevado, questões geopolíticas e instabilidade do clima conspiram contra o setor semadesc.ms Marcello Sigwalt Conflitos geopolíticos, alto endividamento e instabilidade climática. Esses são os fatores que compõem o ‘triplo choque’, que deve impor sérios riscos ao agronegócio nacional, a despeito dos sucessivos recordes obtidos no primeiro trimestre do ano (1T26), quando totalizou um volume de exportação de US$ 38,1 bilhões, 0,9% superior a igual período de 2025 (1T25). Tal performance substancial, porém, está longe de garantir que a rentabilidade do setor esteja livre de pressões, em meio à uma crise marcada pela perda de resiliência financeira, sobretudo na base da atividade primária, as pequenas e médias empresas. O que melhor expressa a contradição do Agro, ao observarmos o contraste entre sua participação recorde de 29% no PIB tupiniquim em 2025 – a maior em 22 anos, segundo a Confederação Nacional da Ag...