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Mostrando postagens de abril, 2026
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  Endividamento crônico de famílias deve aumentar Não há alternativas para reverter quadro no curto prazo spbancarios Marcello Sigwalt ‘O que está ruim, pode piorar ainda mais’. O ditado soa como sentença implacável, quando se trata do aumento cavalar do endividamento das famílias brasileiras, hoje superior a 80% do segmento, com comprometimento de 29% da renda pelo pagamento de juros. Tal cenário apocalíptico do poder aquisitivo tupiniquim tem como principal ‘carrasco’ o patamar indecente dos juros básicos (Selic), agora em 14,50% ao ano, após dois cortes pífios seguidos pelo Banco Central (BC), insuficientes para retirar o país da liderança do ranking da carestia mundial, que segue, impassível, na ponta da maior taxa real do planeta. Na origem do descalabro da política monetária em curso figura o intencional e eleitoreiro desajuste fiscal, face exposta da gastança federal impune, verdadeiro cheque em branco para despesas, por sua vez, patrocinado pelo arrocho da carga tri...
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  Impasse geopolítico coloca  em  xeque  metas de sustentabilidade  Atualmente, 20% dos objetivos sustentáveis podem ser cumpridos                                                         freepik Marcello Sigwalt A perda da perspectiva para o fim da crise geopolítica no Oriente Médio, além de colocar em xeque metas de sustentabilidade (ODS da ONU e o Acordo de Paris),   deve acelerar a busca por tecnologias limpas que superem eventuais   colapsos energéticos, precipitados pela virtual revisão da ordem financeira internacional, mediante a derrocada da supremacia econômica ianque sobre o globo e do dólar, como padrão monetário hegemônico. Diante da constatação de que, nesse momento, menos de 20% das metas de sustentabilidade seriam passíveis de cumprimento efetivo, relatórios recentes apontam a urgência p...
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  Crise do petróleo favorece energias limpas Fontes renováveis já superam o uso do carvão clickpetroleoegas Marcello Sigwalt O conflito geopolítico de alta octanagem nuclear, tendo como epicentro o Estreito de Ormuz, paradoxalmente, enquanto arrasta a humanidade para uma crise energética sem precedentes, também acelera o relógio na sobrevivência da espécie, por meio da adoção urgente das chamadas ‘energias limpas’. Indício positivo nessa direção foi a superação, pela primeira vez na história, do carvão por fontes renováveis, no que toca à geração de eletricidade, sob o forte impulso das energias solar (fotovoltaica) e eólica, capitaneado pelos líderes do segmento China e Índia, que promoveram o ‘desacoplamento’ de seus respectivos crescimentos econômicos das emissões de carbono.  São fatores da virada energética: ·          Declínio dos combustíveis fósseis:  a geração, a partir de carvão e combustíveis fósseis, entrou e...
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  Terras Raras do Brasil:  a serviço do grande capital  País deve se manter como  mero fornecedor de matéria-prima            tohamina Marcello Sigwalt Detentor da segunda maior reserva mundial de ‘terras raras’ do planeta – 25% do total – cobiçado por dez entre dez das maiores economias mundiais – Brasil tem diante de si uma ‘chance de ouro’ para obter uma vantagem competitiva durante a transição energética, pois seus 17 elementos químicos são essenciais às chamadas indústrias de alta tecnologia (carros elétricos, aviões, turbinas eólicas, smartphones, computadores e mísseis). Pelo menos, no momento, tal discussão passou a ter importância secundária, face ao imprevisível desfecho da guerra no Oriente Médio, em curso, relegando a segundo plano a preocupação quanto ao risco de o país tupiniquim se limitar, como em ocasiões anteriores, ao papel de mero exportador desses minerais críticos que vão ‘engordar’ (ainda mais) a riqueza dos já...
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  Custo do ajuste fiscal zeraria déficit habitacional Para tanto, Executivo teria de economizar R$ 2,6 tri até 2036 msn Marcello Sigwalt  Zerar o déficit habitacional, por meio da construção de 48 milhões de moradias populares; superar a meta educacional federal, erguendo 393 mil escolas de tempo integral ou levantar 52 mil hospitais de médio porte. Essa é a conta da dívida social da atual gestão federal para com a população brasileira, que poderia ser paga, caso o Planalto não tivesse de economizar a astronômica cifra de R$ 2,6 trilhões até 2036, se pretende, de fato, promover o ajuste fiscal. Tal intento, porém, parece cada vez mais distante, a julgar pelo aumento cavalar do endividamento da União, à medida que o pleito de outubro se aproxima... A cifra trilionária foi estimada pelo colunista do Broadcast e consultor de comunicação do FGV Ibre, Fernando Dantas, em artigo recente, com base na formulação de medidas de ajuste fiscal que deveriam ser adotadas pelo Executiv...
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  Expansão dos carros elétricos exigirá ‘freio de arrumação’ Consolidação no mercado terá de considerar ‘impactos ambientais’ Fenatran Marcello Sigwalt Caso não passe por um período de forte ajuste, desaceleração (do processo de produção em massa), além de uma reavaliação de expectativas, o futuro dos carros elétricos pode estar comprometido. Esse é o parecer, ainda que preliminar, de analistas de mercado, ante os irrefutáveis (e diversos) danos ambientais provocados por este segmento automobilístico. Reforçam a necessidade de uma ‘freada brusca’ na dinâmica da atividade,  vinculadas a ‘desafios de infraestrutura’, de  custo e demanda do consumidor,  algumas medidas pontuais devem ser tomadas: ·          Uma transição para a nova tecnologia, mais ‘lenta e complexa’ do que o previsto. ·          Revisão das ‘metas audaciosas’ iniciais, tanto por parte de fabricantes, quanto de go...