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Mostrando postagens de dezembro, 2025
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  Protecionismo beneficia empresas, jamais o cidadão   Fechamento da economia brasileira encarece produtos e condena país ao atraso   Marcello Sigwalt tawatchai07 Freepik Marcello Sigwalt Evidência que desmistifica o discurso palaciano, calcado no argumento de que viagens internacionais oficiais servem, sobretudo, para a ‘abertura de novos mercados aos produtos nacionais’ (quando, na verdade, franqueiam um tour bem pago pelo contribuinte), o Brasil ‘exibe’ a economia mais fechada do G20, apontam instituições insuspeitas, como o Banco Mundial, FMI (Fundo Monetário Internacional) e OCDE (Organização para Cooperação do Desenvolvimento do Ocidente), sob a constatação de que o país mantém tarifas médias de importação entre as mais altas do G20, além de uma vasta rede de barreiras não tarifárias (a exemplo da Lei da Informática e do Inovar-Auto) - de ordem sanitária, social ou ambiental – a exemplo de licenciamento lento, normais sanitárias complexas e custos burocr...
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     Brasil apresenta a pior  situação fiscal do planeta Estudo do Itaú aponta que modelo  de ajuste fiscal pela receita está esgotado Agendacapital reprodução Marcello Sigwalt Se existe algo de fato ‘emergente’ no Brasil é seu desafio fiscal crescente, ante seus pares, emergentes, que assistem, ‘perplexos’, ao aprofundamento do caos das contas públicas, cujo déficit nominal ultrapassou a casa de R$ 1 trilhão, nos 12 meses contados até outubro último, em meio a um contexto de alto endividamento e juros elevados. Na contramão de qualquer conceito elementar de ‘disciplina’ fiscal, analistas apontam que a meta de superávit primário de R$ 34,5 bilhões para 2026 enfrenta obstáculos de difícil superação, como despesas obrigatórias, reajustes do salário mínimo, o que cristaliza a situação de insustentabilidade da dívida, que se aproxima celeremente dos 100% do PIB. Ranking dos ‘desajustados’  – Bem acima do qualquer outra economia em desenvolvimento, o Brasil lide...
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       Feliz Ano Novo: parlamentar      ganha  um salário mínimo por dia  T rabalhador que sustenta máquina pública receberá gorjeta de R$ 100 Freepik Marcello Sigwalt Um escárnio institucionalizado que assalta os cofres da Nação, todos os anos, sem falta. Assim pode ser classificado o contraste ‘vergonhoso’ entre as remunerações dos ‘nababos’ (togados ou não) e do super tributado contribuinte-eleitor, em que os primeiros podem auferir rendimentos anuais que podem superar R$ 24 milhões (caso dos ‘distintos’ deputados e senadores), e os segundos, que amargam um ‘aumento’ (pasmem) de R$ 100 do salário mínimo, que passa a valer ‘ridículos’ R$ 1.620,99 em janeiro próximo. Em outra constatação, não menos repulsiva, a conclusão imediata é de que um parlamentar ganha por dia o que um trabalhador honesto leva 30 dias para receber. Descompromisso – O descompromisso com a eficiência e moralidade públicas está patenteado pela característica tip...
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  Nem ‘voracidade fiscal’ garante superávits primários Conspiram contra equilíbrio fiscal, altas despesas com juros, assistencialismo e renúncias fiscais Conhecimentocientífico Marcello Sigwalt Conspiram para inviabilizar, de forma permanente, a possibilidade de produção de superávits primários – receitas superam despesas (excluídos os gastos com juros), como um 'selo' da capacidade fiscal do país de honrar compromissos, sem expandir o endividamento – uma gestão econômica federal temerária e perdulária, calcada em massivas despesas com juros (vide Selic a 15% ao ano), programas assistencialistas eleitoreiros e renúncias fiscais em cascata. Sequelas – Entre as ‘sequelas’ desse quadro adverso – cujas contas públicas, talvez, de forma proposital, não fecham – se destacam: baixo crescimento econômico, restrição de investimentos e alto grau de informalidade da economia.   Cooptações – Mas pior que isso é a voracidade fiscal do Planalto, que coopta apoios (no meios políti...
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  'Bolha’ de IA pode colocar em risco economia mundial Rápida valorização de ações de big techs não contaria com fundamentos sólidos                         Mariana Amaro - Canva Marcello Sigwalt Quem esquece o passado, está condenado a repeti-lo. A máxima secular, sempre atual, se aplica perfeitamente ao contexto de ‘disseminação’ acelerada da IA (Inteligência Artificial) nos negócios, a ponto de criar uma ‘bolha’ no preço de ações baseadas nessa tecnologia, o que pode implodir e desestruturar a economia mundial. Quem adverte para esse risco é nada menos do que o ex-ministro da Fazenda e ex-presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles: “Há muita gente gastando muito para sustentar negócios que não se sabe se dará retorno”. Potencial de danos – Ao abordar, em artigo recente no Estadão, as ‘lições do passado que ajudam a lidar com os riscos de uma nova bolha’, Meirelles admite “que crescem as preocupações...
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  A conta do desajuste fiscal chegou: Brasil fora do 'Top Ten' Empobrecimento nacional decorre do arrocho monetário que financia gastança federal   Marcello Sigwalt Fora do Top Ten. Dono do mais competente agronegócio do globo; de uma fabricante de aviões imbatível comercialmente e de uma tecnologia financeira de primeira linha, o Brasil acaba de ser excluído do seleto grupo das dez nações mais ricas do mundo.  Mas como entender que, mesmo diante de tantos predicados excelentes, o país ‘deu marcha a ré’, descendo da 10ª para 11ª posição – no ranking do PIB em dólares das maiores economias mundiais, medido pela consultoria internacional Austin Rating – após a Rússia saltar da 11ª para 9ª, mesmo estando em guerra, há quatro anos, com a vizinha Ucrânia e o Canadá, baixando da 9ª para 10ª?   ‘Sangria’ – Aqui a resposta é imediata: a ‘sangria’ de nosso futuro está sendo executada, aqui e agora, mediante a manutenção ‘criminosa’ de uma taxa básica de juros (Seli...
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  'Miopia' da política monetária pode reconduzir o país à hiperinflação Selic elevada por longo tempo subtrai eficácia da busca de controle da inflação cnpl.org.br Marcello Sigwalt À medida que o Banco Central (BC) usa (e abusa) da prerrogativa constitucional de ‘zelar’ pela moeda pátria e combater a inflação resiliente, provocada pelo perdularismo estatal eleitoreiro – eufemismo para a maior operação de transferência de renda, mas do combalido cidadão ‘extra tributado’ para os já super-ricos bancos, via manutenção de uma Selic ‘estratosférica’ de 15% ao ano, por tempo indeterminado – o ‘fantasma’ da indexação, velho conhecido dos brasileiros, dos tempos de hiperinflação, volta a assombrar a economia tupiniquim. ‘Ciclo vicioso’ – O ato seguinte, dessa comédia de erros em série da gestão econômica, seria a consolidação de um ‘ciclo vicioso’, alimentado pela indexação formal e informal de preços, salários e contratos na economia. Aqui a explicação é simples: quando a Selic pe...
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  Avanço federal no ‘bolso’ das fintechs atesta perda de rumo fiscal Falta de liderança do governo no Congresso ameaça ‘emperrar’ orçamento Marcello Sigwalt  Marcello Sigwalt  Não bastasse a ‘paquidérmica’ carga tributária brasileira – superior a 33% do PIB – e juros básicos (Selic) ‘estratosféricos’ – hoje no patamar em 15% ao ano ou uma taxa real de 9,6% ao ano, a segunda maior do planeta –, que ‘vampirizam’ a renda nacional, a sanha arrecadatória federal parece não ter limites. Que o diga a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, que acaba de aprovar o aumento (de 9% a 18%, dependendo do setor) da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).  Diante de um (novo) surrupio de tal magnitude sobre o bolso do cidadão tupiniquim, a constatação da maior parte dos analistas é de que o governo ‘perdeu o fio da meada fiscal, mas também política.  Sem base – “Erros em série cometidos pelo Planalto”. É o que observa o estrategista-chefe da corretora de ...
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  Ingresso recorde de capital estrangeiro pode ser revertido Desajuste fiscal deve induzir à ‘quebra' de confiança de investidor externo no país pvproductions freepik Marcello Sigwalt  Amplamente celebrado pelo mercado, o ingresso recorde de capital estrangeiro no país em dois anos – superior a R$ 27 bilhões – além da motivação óbvia da remuneração proporcionada pela estratosférica taxa básica de juros (Selic), hoje em 15% ao ano, esconde uma perspectiva de reversão, passível de ocorrer a qualquer momento. ‘Vapt vupt’ – Isso porque a persistência do desajuste fiscal – decorrente de um programa assistencialista federal inconfessável para fins eleitoreiros em 2026 – poderá deixar a bolsa de valores tupiniquim, com a mesma rapidez que aqui aportou.   Basta lembrar que, após realizar aportes de R$ 44,8 bilhões, em 2023, a debandada externa atingiu R$ 32,1 bilhões da B3, no ano seguinte. Eleição na mira – Nem mesmo a tendência de queda mais lenta da Selic, ante a simi...