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Mostrando postagens de março, 2026
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  Desajuste fiscal e guerra  condenam país à estagflação Cenário de inflação em alta e economia em colapso ‘assombram’ 2026                                                           zeebiz Marcello Sigwalt A política de aperto monetário, restritiva e concentradora de renda acabou encontrando a desculpa perfeita para justificar a pior condição para a economia brasileira: a estagflação, combinação perversa de inflação crescente com estagnação econômica, em decorrência da crise energética global deflagrada pelo ataque dos EUA ao Irã. Esse cenário temerário, traçado agora, pelo Banco Central (BC), daria respaldo 'perfeito' para a manutenção da Selic (taxa básica de juros) no patamar sufocante de 14,75% ao ano, a maior do mundo, cuja eficácia incontestável é servir de 'catapulta' para a já extrema concentração de renda em Pind...
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  Falta de política pública ameaça safra recorde  Perdas na produção agrícola  podem contaminar cadeia produtiva portaldoagronegócio Marcello Sigwalt A ausência crônica de políticas públicas consistentes e de longo prazo é o fator central que está na raiz na falta de investimento em infraestrutura de armazenagem no Brasil, que se materializa em um déficit histórico que atinge hoje 64% da produção agrícola nacional, mas que impacta toda a cadeia produtiva, logo depois de o país comemorar uma safra recorde de 350 milhões de toneladas.   Entre os principais impactos da omissão recorrente do Estado na questão da armazenagem, se destacam: Déficit estrutural : o crescimento da capacidade de armazenagem é inferior à expansão da produção de grãos, resultando em um déficit histórico. Venda forçada e perdas : sem locais adequados, produtores são forçados a vender a safra imediatamente após a colheita, aceitando preços menores, além de enfrentarem maiores...
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  Sem regulamentação, mercado de carbono cai no esquecimento Desenvolvimento de setor no país é 'colocado em xeque' Freepik Marcello Sigwalt Credibilidade duvidosa de créditos de baixa qualidade; queda das emissões de crédito e lentidão no processo de regulamentação. Estes são alguns dos fatores centrais que colocam em ‘xeque’ o desenvolvimento do mercado de carbono no país, que está ficando para trás, ante seus pares no exterior. De acordo com a Secretaria Extraordinária de Mercado de Carbono (SEMC), do Ministério da Fazenda, o prazo de regulamentação previsto na lei é de 2 anos, após sancionada a legislação, ou seja, dezembro próximo.  Rol de incertezas    Crise de credibilidade :   o mercado voluntário está inundado de créditos "baratos" e de baixa integridade, o que gera críticas de ONGs e desconfiança sobre a real eficácia na redução de emissões, caracterizando um fenômeno conhecido como greenwashing . Ajuste de mercado : o momento atual é ...
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  Marca do atraso, Custo Brasil subtrai R$ 1,7 tri do país Protecionismo, juros, corrupção e insegurança jurídica compõem ‘sangria’                                                                                  siderurgiabrasil Marcello Sigwalt Um ‘Everest’ de R$ 1,7 trilhão ou 20% de tudo o que o país produz em um ano, literalmente ‘jogado pelo ralo’. Esse é o montante do chamado ‘Custo Brasil’, já atualizado para 2026, que resulta de aspectos protecionistas, de corrupção, de insegurança jurídica, de atrasos tecnológicos e de juros elevadíssimos, que matam investimentos e empregos, mas fazem a ‘felicidade’ de banqueiros de todos os naipes. Nesse cálculo, se exclui qualquer efeito exógeno de guerras geopolíticas espúrias, como o do Irã – para vender petróleo e catapultar...
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  'Desgovernança' climática impõe perda anual de R$ 38 bi Queimadas se alastram, mesmo com o recuo do desmatamento                                      Reprodução redes sociais (cultura uol)  Marcello Sigwalt A ausência de governança climática é um dos principais fatores para a ‘explosão’ de queimadas no país, que cresceram 176% no Pantanal; 492% na Mata Atlântica e, menor proporção no Cerrado (92%) e na Amazônia (68%), perfazendo 5 mil ocorrências e uma perda de R$ 38 bilhões, a despeito do recuo de 32,4% no desmatamento (cerca de 1,24 milhão de hectares de vegetação), no ano de 2024, aponta a 2ª edição do Anuário estadual de mudanças climáticas. Embora identifique avanços institucionais, a publicação – elaborada, de forma conjunta, pelo Centro Brasil no Clima (CBC) e pelo Instituto Clima e Sociedade (iCS), com apoio do Instituto Itaúsa, reunindo dados sobre...
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  Selic ‘absurda’, a ‘bala de prata’ da economia nacional Alta meteórica de taxa provoca salto de 572% de recuperações judiciais Portal Contábeis  Marcello Sigwalt Uma escalada avassaladora de pedidos de recuperação judicial (RJ), que superaram impressionantes 572%, de 2022 a 2025, segundo a Serasa Experian, não por acaso, coincidem com a ascensão meteórica da Selic (taxa básica de juros), de 9,25% ao ano para 15% ao ano, medida monolítica tomada pelo Banco Central (BC), na tentativa inoperante de ‘domar’ a inflação, que só teve ‘êxito’ em sufocar a atividade empresarial tupiniquim. Como a ‘gastança federal’ – devidamente paga com os impostos do cidadão – deverá persistir, ao menos, até o pleito de outubro próximo, a perspectiva é de que o ‘companheiro’ central mantenha, em ‘doses homeopáticas’, nos próximos meses, a redução do aperto monetário, a exemplo do recente corte pífio de 0,25 ponto percentual da taxa, agora em 14,75% ao ano. Como um ‘efeito dominó’, os juro...
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  Concentração de ‘especializações’ sela destino de milhões Subproduto da concentração de renda amplia desigualdade no país Hora do Povo Marcello Sigwalt Marca registrada da visceral desigualdade do mercado de trabalho no Brasil, há fartura de vagas, ante uma oferta ainda maior de mão de obra em busca, meses a fio, de uma nova oportunidade. Mas, então, por que essa conta não fecha? Mais repugnante do que a resposta é a constatação de que não há uma solução à vista ou a prazo para esse drama enfrentado por milhões de famílias de nacionais, solenemente ignorado pela grande mídia. Subproduto nefasto   –  Na avaliação de especialistas, a crescente concentração de renda tupiniquim – certamente, situada entre as três maiores do planeta – carrega um subproduto nefasto do capitalismo, a concentração de especializações, o que traduziria um ‘ciclo vicioso estrutural’, no economês, fenômeno típico de economias altamente desiguais, como a nossa. Tal quadro se agrava, em razão d...
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  Custo bilionário de juros será pago por gerações Com R$ 1,3 tri se construiriam 11 mi de casas populares e 4 mil hospitais Freepik Marcello Sigwalt Uma escalada contínua que deverá marcar os próximos anos (e a vida dos mais de 200 milhões de brasileiros e seus descendentes), o custo de rolagem dos juros da dívida pública brasileira deverá consumir até 10% do PIB, o que corresponde a R$ 1,3 trilhão.  Tal montanha de dinheiro – devidamente ‘financiada’ pela incontinência perdulária (não confundir com perdulária) crônica do Executivo federal em campanha – se tivesse destinação social (e não eleitoral) em ações permanentes (digo, ao largo de pleitos de ocasião).  Para se ter uma ideia do descalabro, nada ‘republicano’ ou fiscalmente irresponsável, com essa ‘dinheirama’, seria possível construir 11 milhões de casas populares (zerando o déficit de infraestrutura educacional básica no país); ergueria 240 mil escolas públicas e 4 mil hospitais de ponta. Em outras palavr...