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Mostrando postagens de janeiro, 2026
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  Juros altos cortam dinâmica de criação de empregos Número de postos de trabalho é o menor em cinco anos                                                                                                 spbancarios  Marcello Sigwalt Menor número de postos de trabalho criados nos últimos cinco anos. Essa é a principal conclusão de estudo recente, divulgado pelo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), referente a 2025, que registrou um saldo de 1,2 milhão de empregos com carteira assinada (CLT) – 26,5 milhões de contratações, para 25,3 milhões demissões – pior resultado, desde 2020, ano da pandemia, quando as economias, não só brasileira, mas do mundo inteiro, entraram em colapso.   Ante 2024, o recuo chegou a 24%. ...
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  Expectativas irreais podem ‘estourar a bolha ’  da IA Sem ‘sinais concretos’, crise da nova tecnologia deve se agravar    outraspalavras.net Marcello Sigwalt A exemplo da crise deflagrada pelas empresas ‘pontocom, nos anos 90, a bolha da Inteligência Artificial (IA) corre o risco de estourar a qualquer momento. Isso porque ambas apresentam características em comum, como altas expectativas, investimentos maciços e avaliações de mercado elevadas que podem não corresponder a um retorno financeiro imediato. O argumento central para o desencadeamento dessa crise, de origem, a princípio, não humana, é a montagem de um cenário em que o mercado financeiro deve demandar sinalizações concretas, associadas à produtividade e rentabilidade da IA, caso contrário, será proceder à uma 'correção de rumos'. Nesse rol, se inserem, tanto o eventual impacto das tarifas comerciais ianques, quanto o declínio do contingente de imigrantes nos EUA, que podem ‘derrubar’ as ações de...
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  Brasil tem a carga tributária mais alta dos países em desenvolvimento Peso dos impostos ‘emperra’ a criação de empregos na construção civil Tânia Rêgo - Agencia Brasil                                                                      Marcello Sigwalt Não é o salário mínimo ou a renda tupiniquim, o que mais cresce no país, mas a famigerada carga tributária, em trajetória firme e ascendente nos últimos 35 anos (próxima de 34%   do PIB), em contraste direto com a evolução do salário mínimo, de pouco mais de R$ 1.600, quando já deveria ser de R$ 7 mil, pelos cálculos do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). Além de mais elevada, a carga brasileira se diferencia dos demais países em desenvolvimento por concentrar a maior parte d...
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  Peso de pacote regulatório adia Base Exchange para 2027 Além da B3, nova Bolsa do Rio terá de ‘encarar’ mais quatro plataformas     Base Exchange (divulgação) Marcello Sigwalt Concorrente direto da B3 (BSA3), da qual pretende ‘quebrar’ seu monopólio, a Base Exchange (BX ou nova Bolsa do Rio) ‘patina’ para entrar em operação efetiva no mercado de capitais verde-amarelo, após dois adiamentos seguidos, no ano passado e neste. A previsão mais recente, a conferir, ficou para o início de 2027. Ao assinalar que a empresa mantém ‘diálogo constante’ com os reguladores, o CEO da BX, Cláudio Pracownik, explicou que, por orientação do regulador, o adiamento da operação em mercados futuros e derivativos visou evitar que o prazo de aprovação inicial do mercado à vista fosse mais alongado. As operações de negociação contemplarão ações, cotas de fundos (FIIs, ETFs, BDRs) e aluguel de ações. No momento, a BX já dispõe de um contrato assinado com a B3 para a custódia dos ativ...
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  Clientes vão arcar com o rombo de R$ 55 bi do Master Instituições financeiras que compõem o FGC elevarão tarifas e juros  Freepik (IA) Marcello Sigwalt Quem pensa que o ‘rombo’ bilionário (que poderá superar a casa dos R$ 55 bilhões, na estimativa mais recente) protagonizado pelo banco Master – com conexões em todos os ‘barnabés’ da República, do Executivo, Legislativo ou do Judiciário – poupará o contribuinte-eleitor honesto, se engana redondamente. Na verdade, o ‘socorro’ dado pelo Fundo Geral de Crédito (FGC) – que, até sexta-feira (23), já havia repassado R$ 26 bilhões a 521 mil investidores da instituição fraudulenta liquidada tardiamente pelo Banco Central (BC) – será pago integralmente pelos clientes seus bancos associados, via majoração de tarifas e juros, sem contar uma contribuição extraordinária mensal, a fim de recompor a caixa do Fundo. É a prova cabal de que, mais uma vez, o cidadão é convocado a pagar pela ‘roubalheira institucionalizada’ e crescen...
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    Arrecadação federal bate recorde, endividamento também Voracidade fiscal garante R$ 2,9 tri ao Erário em 2025; 80% das famílias em apuros   Sindicato dos Bancários - CUT   Marcello Sigwalt Sintoma de anestesiamento coletivo, o recorde de arrecadação do governo em 2025 (R$ 2,9 trilhões, alta real de 3,65%, ante 2024) contrasta, de forma vergonhosa, com o elevado endividamento de 80% das famílias brasileiras, segundo Pesquisa de Endividamento e Inadimplência (Peic), da Confederação Nacional do Comércio (CNC), em que as dívidas já ‘abocanham 49,3% da renda anual e 29,4% da renda mensal. A despeito do conveniente ‘silêncio’ da grande mídia, diante de tal flagrante disparidade, o fato é que o aperto monetário (vide Selic ‘imexível’ em 15% ao ano, há meses) compromete o crescimento econômico 'sine die', a pretexto de conter uma inflação resiliente, por sua vez, alimentada pela gastança federal,  perpetuando um desajuste fiscal proposital e francamen...
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  Corrida tecnológica ‘gerada’ por IA ameaça espécie humana Criação acelerada de data centers põe em risco oferta hídrica e amplia poluição                                                                                                                                                  Freepik    Marcello Sigwalt Consumo massivo de água e energia; aumento das emissões de gases de efeito estufa e crescimento exponencial de lixo eletrônico. Esses são alguns dos efeitos catastróficos imediatos, num primeiro momento, em decorrência da ‘guerra ...
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  Selic eleitoreira ‘asfixia’ a indústria Segunda taxa real de juros do planeta trava ‘motor da economia’                                                                                    ctb.org Marcello Sigwalt A recorrente verborragia palaciana em torno da badalada ‘reindustrialização’, na verdade, rima melhor com ‘reeleição’ ou ‘recessão’, pois os juros básicos (Selic) do Banco Central (BC) – ‘fórceps’ monolítico para conter uma inflação alimentada pela gastança federal – só são eficientes para ‘asfixiar’ a indústria, principal motor da economia. É o que mostram dados da ‘Sondagem Especial nº 98 – Condições de Acesso ao Crédito em 2025’, da CNI (Confederação Nacional da Indústria), referentes a janeiro corrente, em que 80% dos industriais admitem que os juros são o...
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  Após longo ciclo de valorização, mercado cripto desaba Em apenas 24 horas, bitcoin sofre 'sangria' de US$ 454 milhões Freepik   Marcello Sigwalt 'Corriqueira’ realização de lucros; maior aversão ao risco, pela postura do Fed (Federal Reserve, o BC ianque) de retardar a flexibilização das taxas de juros e um ‘esfriamento’ da 'empolgação' com projetos iniciais de criptomoedas, baseados apenas em promessas. Essa trinca de variáveis estaria ‘na raiz do sumiço’ ou ‘enxugamento’ no mercado cripto, que sofreu, em apenas 24h,  uma ‘sangria’ de US$ 454 milhões, com a cotação do bitcoin despencando para o patamar abaixo de US$ 90 mil, após meses seguidos de valorização. Do montante perdido, US$ 380 milhões correspondiam a contratos do tipo long, cuja projeção era de valorização do ativo escolhido. Outros US$ 75 milhões teriam sido liquidados, em contratos do tipo short, que indicavam desvalorização.   Uma das explicações do mercado é que as sucessivas flutuações dos...
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  Número de trabalhadores informais se aproxima de formais Se considerados os arrimos de família, ‘população’ sem direitos atinge 120 milhões Vermelho.org Marcello Sigwalt Diz o ditado secular: “Olhe a árvore, mas não deixe de observar a floresta”. Tal princípio elementar – aplicável, tanto à economia, quanto na vida, em geral – tem sido ignorado pela mídia, pois o recuo nominal da taxa de informalidade, de 38,8% para 37,8%, do terceiro trimestre de 2024 (3T24) para igual período do ano passado (3T25), na verdade, é um ‘sofisma’, (traduzido por ‘informação enganosa’), posto que esconde uma realidade perversa: o Brasil apresenta hoje um contingente de 38,7 milhões de trabalhadores informais, pouco abaixo daqueles 49 milhões que possuem carteira assinada. Numa conta rápida, se multiplicarmos por quatro o número de desempregados ‘sobreviventes’ – classificáveis como ‘arrimos de família’ – chegamos a um número equivalente à metade da população brasileira, algo próximo a 120 milhõ...